Em entrevista ao Jornal do Ceará, tenente-coronel Vidal fala sobre o 9º Batalhão da Polícia Militar

Na manhã desta segunda-feira (9), o programa Jornal do Ceará (1ª edição) entrevistou o tenente-coronel Antônio George Vidal, que assumiu oficialmente o Comando do 9° Batalhão da Policia Militar, com sede em Quixadá. Entrevistado pelo radialista Wanderley Barbosa na FM Meio Norte 96.7, o novo comandante falou sobre diversos assuntos e respondeu perguntas de ouvintes. “É uma satisfação muito grande. Era um projeto pessoal”, disse.

O tenente-coronel explica que o 9° Batalhão é responsável por 13 municípios: Senador Pompeu, Pedra Branca, Milhã, Deputado Irapuan Pinheiro, Solonópole, Ibicuitinga, Morada Nova, Quixadá, Choró, Ibaretama, Banabuiú, Quixeramobim e Jaguaretama.

Perguntado sobre como quer que a população ajude seu trabalho, o tenente-coronel Vidal responde: “Acreditando, mandando informações anônimas. Ninguém quer que ninguém se identifique”. Ele também citou que a sociedade é tudo para a polícia. O radialista lamentou o fato da falta de parceria policial com a imprensa, na qual foi respondido pelo profissional de segurança que iria saber mais sobre o caso para ajustar.

O programa recebeu ligações e mensagens de ouvintes relatando problemas diversos, como som de paredões, falta de policiamento, assaltos na zona rural e outros mais. O tenente-coronel lastimou a falta de efetivo, mas que fará o possível para melhorar as situações.

“Eu posso garantir uma coisa para a população: eu vou tentar. Eu vou estar disponível 24h, eu vou batalhar de tudo junto com os meus policiais. Eu tenho a vantagem de ter uma tropa muito boa. É muito difícil um policial criar problema aqui dentro da região, é muito difícil um cara desordeiro que queima a corporação. E o que eu quero é reunir a tropa, ter uma tropa reunida e fazer nosso compromisso, pois nós temos nossa vida aqui também, nós somos o povo. A Polícia Militar também é povo. Quando sai aqui para sua folga você também é cidadão”, falou ao afirmar que o policial não pode deixar a cidade sem condições de viver.

Veja a entrevista completa clicando aqui.

 

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