Chegando montado em cavalo, presidente participa de atos, no último sábado, em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro participa, na tarde do último sábado, 15, de um ato em favor de seu governo feito por milhares de apoiadores na Esplanada dos Ministérios. O chefe do Palácio do Planalto desfilou cavalgando junto com ministros, após sobrevoar o ato no helicóptero presidencial. Depois, cumprimentou manifestantes, a pé, à frente do Palácio do Planalto, onde a multidão se concentra.

Na manifestação, um dos principais alvos dos aliados do presidente é o relator da CPI da Covid-19, Renan Calheiros, chamado em coro de “vagabundo” em diversos momentos da manifestação. Os bolsonaristas também bradam “Eu autorizo”, em referência a uma possível senha para que o presidente utilize de atos autoritários. A maior parte dos manifestantes é formada por produtores rurais. Mais cedo, o  presidente visitou o CTG, Centro de Tradições Gaúchas, onde um grupo o recepcionou com duas panelas de risoto de carneiro.

 Jair Bolsonaro (sem partido) fez um discurso criticando a esquerda e enaltecendo o conservadorismo no Brasil. “Enfrentei por 28 anos uma verdadeira guerra ideológica que poucos davam valor”, disse. “Mas o nosso compromisso era, acima de tudo, um bem mais sagrado, que a nossa própria vida, que é a nossa liberdade”, completou. Sobre a pandemia, Bolsonaro fala no passado. “Não foi fácil. Mas conseguimos manter os empregos formais. Já os informais, mais de 40 mil”. Em discurso inflamado, ele criticou governos estaduais que insistem em decretar medidas de isolamento social e prevenção à disseminação do novo coronavírus, como o lockdown.

“Não está sendo e sei que não será fácil, mas o que esses caras não entendem é que eu sou ‘imbroxável’. Quando deixar a Presidência, deixaremos um Brasil bem melhor do que aquele que recebi em janeiro de 2019”, disse o presidente.

Veja imagens das manifestações:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.